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Procedimentos minimamente invasivos

Bioestimulador de colágeno ou ácido hialurônico: qual a diferença

Imagem ilustrativa: paciente de blusa de seda verde-sálvia reclinada em poltrona, com as mãos enluvadas segurando a seringa perto da maçã do rosto, antes da aplicação
Resposta rápida

O ácido hialurônico é um gel que repõe volume e sustenta contornos, com efeito visível logo após a aplicação e, em muitos casos, possibilidade de dissolução por enzima. O bioestimulador de colágeno leva a pele a produzir colágeno, com efeito gradual sobre a firmeza e a textura. Um responde à perda de volume, o outro à flacidez leve, e os dois podem ser combinados quando a avaliação indica.

Muita gente chega à consulta com o nome de um produto na cabeça e uma queixa que não cabe nele: quer firmar o rosto e pergunta por preenchimento, ou quer devolver a projeção das maçãs do rosto e ouviu falar em bioestimulador de colágeno. Os dois são injetáveis aplicados em consultório, mas partem de lógicas opostas. O preenchimento com ácido hialurônico coloca na face um gel que ocupa espaço e sustenta desde o primeiro dia; o bioestimulador leva a própria pele a produzir colágeno, devagar.

A diferença começa antes do produto, na pergunta sobre o que mudou no rosto: o volume, a sustentação ou a qualidade da pele. Essa leitura, feita camada por camada, decide se o caminho é repor, estimular, combinar os dois, usar outro recurso ou esperar.

Perda de volume, flacidez e qualidade da pele não são a mesma queixa

A face envelhece em várias camadas ao mesmo tempo. Por baixo está o osso, que com os anos se remodela discretamente em pontos como a borda da órbita, a maxila e a mandíbula, reduzindo a base de apoio dos tecidos. Sobre ele ficam compartimentos de gordura separados entre si, ligamentos que prendem pele e músculos a esse esqueleto e, por fim, a pele, cuja firmeza depende do colágeno produzido na derme.

Quando o que falta é volume

Os compartimentos profundos de gordura, mais próximos do osso, tendem a esvaziar com o tempo, sobretudo no terço médio da face. A maçã do rosto fica mais plana, a transição entre a pálpebra inferior e a bochecha se marca e surgem sombras de aspecto cansado. O problema, aqui, é de quantidade, e repor o que falta num ponto bem escolhido é a lógica do preenchimento com ácido hialurônico.

Quando o que falta é sustentação

Na flacidez, os ligamentos que ancoram os tecidos ficam mais frouxos, a gordura superficial desliza para baixo e a pele, menos elástica, acompanha. Surgem o sulco entre o nariz e o canto da boca, as linhas de marionete e a perda de definição da mandíbula, que muitas vezes vêm de volume fora do lugar, e não de falta de volume.

Se a flacidez é leve, estimular a produção de colágeno pode dar à pele um pouco mais de firmeza, e o bioestimulador entra na conversa. Se os tecidos já desceram de forma importante, nenhum injetável os reposiciona, porque o que cedeu foi a sustentação, e não a quantidade de material.

Quando o que muda é a qualidade da pele

A terceira queixa está na superfície. Com menos colágeno, menos elastina e menos água retida na derme, a pele fica mais fina e opaca, com linhas finas e textura irregular, mesmo em quem conserva o volume e o contorno. O sol acumulado ao longo da vida, o cigarro e a genética pesam muito nessa camada.

Aqui entram os skinboosters, os biorremodeladores, o bioestimulador em algumas formas de uso e as tecnologias que atuam na pele. Como as três queixas costumam se sobrepor, o exame de frente, de perfil, em repouso e em movimento procura separar o que pertence a cada camada. A visão geral de cada injetável está na página de procedimentos minimamente invasivos.

Como age o preenchimento com ácido hialurônico

O ácido hialurônico é uma molécula produzida pelo próprio organismo, que segura água nos tecidos. Para o preenchimento, ela vira gel por um processo chamado reticulação, que liga as cadeias entre si: quanto mais ligadas, mais firme o gel e mais lenta a absorção. Daí as consistências diferentes, do gel firme que sustenta um contorno ao maleável que acompanha o movimento dos lábios.

O efeito aparece logo após a aplicação, porque o gel ocupa espaço desde o início. Nos dias seguintes costuma haver inchaço, pela própria aplicação e porque o gel atrai água, mais visível onde a pele é fina, como abaixo dos olhos e nos lábios. O efeito é temporário, e o tempo de absorção varia com o produto, a região e o organismo de cada pessoa.

Uma particularidade separa o ácido hialurônico dos outros injetáveis de volume: uma enzima, a hialuronidase, em muitos casos consegue dissolvê-lo. A médica a utiliza quando há indicação, para desfazer um excesso ou uma irregularidade ou no atendimento de uma intercorrência.

O limite está na causa da queixa. O preenchimento repõe o que falta, mas não firma a pele ao redor nem reposiciona o que desceu; usado para compensar flacidez, tende a pesar a face e a apagar o contorno em vez de defini-lo.

Como age o bioestimulador de colágeno

O bioestimulador de colágeno é uma substância injetável que provoca uma resposta controlada do organismo. Ao redor das partículas do produto, os fibroblastos, células da derme que fabricam colágeno, são ativados e passam a formar novas fibras. A reação é discreta, em geral imperceptível para a pessoa, e é dela que depende todo o efeito.

Por isso a mudança na firmeza e na textura aparece ao longo das semanas e dos meses, com intensidade que varia de pessoa para pessoa. Logo depois da aplicação pode haver um leve aumento de volume, vindo do líquido ou do gel em que as partículas são diluídas, que o organismo absorve em poucos dias. Esse primeiro aspecto não é o efeito, e a resposta só é avaliada mais tarde.

Os tipos de bioestimulador

Os bioestimuladores diferem pela substância que provoca o estímulo. O ácido polilático é reconstituído e diluído antes do uso e, com o tempo, pode dar um leve ganho de densidade à região. A hidroxiapatita de cálcio vem em microesferas suspensas num gel: mais diluída, espalha o estímulo pela pele; menos diluída, oferece também alguma sustentação a um contorno.

O tipo é escolhido pela região, pela espessura da pele e pelo objetivo, e não pelo nome comercial. Comparar experiências entre pessoas diz pouco, porque a mesma substância pode ser usada com diluições, quantidades e camadas diferentes.

Sessões, intervalo e resposta individual

Como o efeito depende do organismo, mais de uma sessão pode ser indicada, com intervalo suficiente para a resposta aparecer antes da aplicação seguinte. O número de sessões, o intervalo e a eventual manutenção não seguem um calendário único e variam com a pele, a região, a substância e o que se observa no retorno.

Certos bioestimuladores pedem massagem da região nos dias seguintes, sempre conforme a orientação recebida, para ajudar a distribuir o produto. E, ao contrário do ácido hialurônico, a maioria não pode ser dissolvida por enzima, o que dá peso ainda maior à indicação, à diluição e à técnica.

Skinboosters e biorremodeladores: quando o alvo é a pele

Um terceiro grupo confunde porque também usa ácido hialurônico. Os skinboosters são formulações de ácido hialurônico mais fluido, pouco ou nada reticulado, aplicadas em pequenas quantidades distribuídas pela derme. O foco é a hidratação, a textura, o viço e as linhas finas, e não o volume ou o contorno.

Os biorremodeladores também partem do ácido hialurônico, com outra concentração e outro comportamento, e além de hidratar estimulam a renovação do tecido. Os dois costumam ser considerados para a pele opaca, ressecada ou com linhas finas, mesmo sem perda de volume, com efeito gradual e protocolo de mais de uma sessão, em intervalo ajustado à resposta de cada pele.

Eles não substituem o preenchimento nem o bioestimulador, mas podem se somar a eles no mesmo plano. A qualidade da pele também pode ser trabalhada pela energia, e o texto sobre como funciona o microagulhamento com radiofrequência do Morpheus8 explica esse outro caminho.

Em que camada e em que região cada um costuma ser aplicado

A camada em que o produto fica muda o que ele faz. Em termos gerais, a distribuição segue esta lógica:

  • ácido hialurônico: junto ao osso, para sustentar a maçã do rosto, o queixo ou a mandíbula; em plano mais superficial, com gel maleável, nos lábios; abaixo dos olhos, com cuidado redobrado, porque o gel colocado raso demais aparece sob a pele fina;
  • bioestimulador de colágeno: logo abaixo da derme, em áreas amplas, como as laterais da face e o contorno da mandíbula, enquanto os lábios costumam ficar de fora pelo risco de nódulos;
  • skinboosters e biorremodeladores: na própria derme, em pequenos pontos espalhados pela área, sem formar volume.

O produto chega a essas camadas por agulha ou por cânula. A agulha deposita o material num ponto preciso, como junto ao osso; a cânula, fina e com a extremidade romba, entra por um pequeno orifício e distribui o produto em áreas maiores. Nenhuma das duas afasta sozinha o risco vascular, que se reduz com o conhecimento da anatomia e com técnica cuidadosa.

A lógica das camadas também desfaz um equívoco comum: tratar um sulco preenchendo o próprio sulco. Muitas vezes a marca é a borda de um tecido que desceu ou de uma área que esvaziou acima dela, e o exame mostra se faz mais sentido repor a sustentação na origem, estimular a pele ao redor ou não mexer ali.

Bioestimulador de colágeno ou ácido hialurônico: como a escolha é feita

Quando o incômodo é um sulco profundo abaixo dos olhos, um queixo pouco projetado ou uma mandíbula pouco definida por falta de estrutura, o volume está no centro da discussão, e o ácido hialurônico entra como candidato. Quando é uma pele que perdeu firmeza de forma leve, sem grandes esvaziamentos, o estímulo de colágeno ganha espaço.

Pesam também a espessura da pele, a tolerância ao inchaço inicial, a disposição para esperar um efeito gradual, os produtos já aplicados e a possibilidade de correção com enzima. A indicação depende de avaliação individual, e queixas parecidas levam a condutas diferentes: duas pessoas com o mesmo sulco podem sair da consulta com planos distintos.

Em muitos rostos as duas mudanças coexistem, e os dois recursos entram no mesmo plano, cada um na sua camada; às vezes o estímulo vem primeiro e o volume é reavaliado depois, às vezes o contrário. Quem pesquisa bioestimulador de colágeno em Ribeirão Preto costuma chegar com um produto em mente. Na avaliação com a Dra. Rafaela Marques, cirurgiã plástica em Ribeirão Preto, o ponto de partida é a face, e só depois o produto. Para levar o seu caso a esse exame, é possível agendar uma avaliação.

Combinações com toxina botulínica e tecnologias

As linhas que aparecem com a expressão, na testa, entre as sobrancelhas e ao redor dos olhos, dependem do músculo, terreno da toxina botulínica, que relaxa a contração de forma temporária; o guia sobre como a toxina botulínica funciona, quanto tempo dura e quais os cuidados detalha esse mecanismo. Num mesmo rosto, a toxina pode cuidar do vinco do movimento, o preenchimento do sulco que fica em repouso e o bioestimulador da pele ao redor.

Com as tecnologias vale a mesma ideia de camadas. O Morpheus8 leva radiofrequência à pele por microagulhas, e o FaceTite e o AccuTite levam calor ao tecido abaixo dela, no contorno do rosto e da papada, como mostra o artigo sobre a radiofrequência do FaceTite e do AccuTite no contorno e na papada; a página de tecnologias reúne esses recursos.

A radiofrequência aquece os tecidos e o microagulhamento atravessa a pele, o que pode interferir num produto recém-aplicado na mesma região. Por isso, a ordem e o intervalo entre injetável e tecnologia são definidos na avaliação, conforme a pele e o objetivo.

Efeitos indesejados: o que é esperado e o que pede atenção

Os dois procedimentos são feitos no consultório, em Ribeirão Preto, com a pele higienizada e, quando indicado, creme anestésico. Inchaço, vermelhidão, sensibilidade e pequenos roxos são esperados e costumam diminuir em poucos dias; medicamentos que interferem na coagulação aumentam a chance de roxos e entram no histórico revisto antes da aplicação.

Inchaço e nódulos

No ácido hialurônico, o inchaço dos primeiros dias é esperado, sobretudo nos lábios e abaixo dos olhos; um inchaço que surge semanas depois, sem motivo aparente, deve ser comunicado à equipe, porque pode ser uma reação inflamatória tardia. Irregularidades palpáveis costumam vir de gel superficial ou acumulado, e abaixo dos olhos o gel raso pode deixar um tom azulado. Nesses casos, a enzima é uma das ferramentas avaliadas.

No bioestimulador, o nódulo costuma resultar do acúmulo do produto num ponto, e a prevenção depende da diluição, da camada, da técnica e, quando indicada, da massagem. Alguns nódulos são apenas palpáveis; outros ficam visíveis e pedem tratamento individual, já que a maior parte desses produtos não se dissolve com enzima.

O evento vascular, raro e sério

O risco mais sério dos injetáveis de volume é raro: o comprometimento da circulação quando o produto entra num vaso ou o comprime. As artérias da face se comunicam entre si, algumas com a circulação dos olhos, e por isso a região, a camada e a forma de aplicar são pensadas a partir da anatomia.

Dor forte ou que aumenta, pele esbranquiçada, arroxeada ou manchada na região tratada, ou qualquer alteração da visão depois da aplicação pedem que você procure a equipe ou o pronto atendimento sem demora. No ácido hialurônico, a enzima faz parte desse atendimento. Esse e os demais riscos, como assimetrias e reações alérgicas, são discutidos na consulta, antes de qualquer decisão.

Quando o injetável não é o caminho

Nem o preenchimento nem o bioestimulador retiram pele ou reposicionam tecidos que perderam sustentação de forma importante. Quando a flacidez do terço médio, da mandíbula e do pescoço já é moderada ou acentuada, costuma entrar na discussão o reposicionamento cirúrgico descrito na página do Deep Plane Facelift e Neck Lift, e insistir em volume tende a somar peso à face sem responder ao que incomoda.

A olheira formada sobretudo por uma bolsa de gordura sob a pálpebra responde pouco ao gel, e a avaliação pode considerar a blefaroplastia. No lábio superior alongado, o gel acrescenta volume sem encurtar a distância entre o nariz e a boca, e a papada de gordura sob o queixo não muda com estímulo de colágeno; o artigo sobre quando o lip lift e a lipo de papada são indicados trata dessas duas cirurgias menores.

Quem procura um cirurgião plástico em Ribeirão Preto para tratar a flacidez só com injetáveis às vezes descobre, no exame, que o caminho é outro, ou que os injetáveis entram depois, como complemento. Num consultório de cirurgia plástica em Ribeirão Preto, essas opções aparecem lado a lado: a página de cirurgia plástica da face e do pescoço reúne as cirurgias possíveis, e o texto sobre como a avaliação define o procedimento na face mostra o raciocínio.

O que levar para a consulta

Algumas informações encurtam o caminho entre a queixa e o plano. Vale chegar com:

  • o que incomoda você, com as suas palavras, e desde quando;
  • os injetáveis já feitos na face, com produto, região e data aproximada, se souber, o que vale também para quem pensa numa cirurgia;
  • medicamentos, suplementos, alergias e doenças autoimunes, mesmo controladas, além de gestação ou amamentação;
  • fotos de alguns anos atrás, se tiver, que mostram o que mudou em volume e em sustentação;
  • as datas de compromissos importantes, já que o inchaço e os roxos iniciais pedem planejamento.

Ajuda também levar perguntas sobre o próprio caso: qual camada explica a queixa, qual o papel de cada recurso proposto, quando o efeito deve aparecer e o que ele não vai mudar. Para quem mora fora de Ribeirão Preto, a primeira conversa pode ser por teleconsulta; a indicação e a aplicação dependem do exame presencial.

Este texto explica a lógica de cada recurso, mas não substitui o exame do rosto nem a conversa sobre o que você espera. É na avaliação com a Dra. Rafaela Marques que se define se o caminho é repor volume, estimular a pele, combinar os dois, recorrer a uma tecnologia ou a uma cirurgia, ou não fazer nenhum procedimento agora.

Perguntas frequentes

Em geral, volume não é a função principal dele. O bioestimulador atua na firmeza e na textura da pele, e alguns tipos trazem só um leve ganho de densidade, que aparece aos poucos. Quando a queixa é uma região que esvaziou, como a maçã do rosto, ou um queixo com pouca projeção, o preenchimento com ácido hialurônico costuma ser o recurso discutido na avaliação.

O preenchimento com ácido hialurônico, cuja mudança é percebida logo após a aplicação, ainda que com inchaço nos primeiros dias. O bioestimulador depende do colágeno que o organismo ainda vai formar, então a mudança é progressiva e notada ao longo dos meses. Esse ritmo diferente entra no planejamento, junto com a causa da queixa e os compromissos que a pessoa tem pela frente.

Em muitos casos, sim. Existe uma enzima capaz de quebrar o gel de ácido hialurônico, e a médica pode aplicá-la quando surge excesso, irregularidade ou alguma intercorrência. Mesmo sem ela, o organismo absorve o produto com o tempo. Com a maior parte dos bioestimuladores essa correção não é possível, o que torna a indicação desses produtos ainda mais criteriosa.

Pode ser possível, dependendo das regiões e dos produtos escolhidos. Quando os dois fazem parte do plano, cada um costuma ocupar uma camada e uma área diferentes, e a decisão de aplicar juntos ou em datas separadas considera o inchaço, a necessidade de reavaliar o volume depois do estímulo e a agenda de cada pessoa. Essa sequência é combinada na consulta.

Não. Embora a maioria dos skinboosters use ácido hialurônico, eles são aplicados em pequenas quantidades, espalhadas pela derme, com foco em hidratação, textura e viço. Não se destinam a repor volume nem a desenhar contornos, que é o papel do preenchimento. Os dois podem entrar no mesmo plano, cada um respondendo a uma parte da queixa.

Não. O bioestimulador pode ser considerado na flacidez leve, mas não remove o excesso de pele nem devolve à posição os tecidos que cederam. Quando a flacidez é mais acentuada, a avaliação pode apontar para uma cirurgia, e os injetáveis podem entrar como complemento, em outro momento. Distinguir uma situação da outra é uma das funções do exame presencial.

Não existe um número fixo. O plano de sessões é proposto na avaliação a partir das características da pele e da área tratada, e depois é ajustado conforme o organismo responde, o que muda bastante de uma pessoa para outra. A necessidade de manutenção também é decidida nos retornos, e não de antemão.

Pequenas elevações logo após a aplicação podem acontecer e tendem a sumir nos dias seguintes, conforme o líquido da diluição é absorvido. Um nódulo que aparece ou persiste semanas depois não é o esperado e deve ser mostrado à equipe, que avalia a causa e a conduta. Seguir as orientações de cuidado, como a massagem quando ela é indicada, faz parte da prevenção.

Sim, o primeiro contato com a médica pode ser feito por teleconsulta. Nela, dá para falar das queixas, do histórico de saúde e dos procedimentos já feitos, e entender quais recursos podem entrar em discussão. Já a decisão sobre ácido hialurônico, bioestimulador ou outro procedimento só é tomada depois de examinar a face pessoalmente, e a aplicação acontece no consultório.

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Retrato da Dra. Rafaela Marques no consultório
Escrito e revisado por

Dra. Rafaela Marques

Cirurgiã plástica com atuação em cirurgia da face

  • CRM-SP 176527
  • RQE 104011 · Cirurgia Plástica
  • Membro Especialista da SBCP

Formada em Medicina pela FMRP-USP, com residência em Cirurgia Plástica no Hospital das Clínicas da FMRP-USP e estágio em cirurgia plástica reconstrutiva no Instituto Europeu de Oncologia, em Milão. Atende em Ribeirão Preto, com consulta presencial e teleconsulta, e realiza as cirurgias em ambiente hospitalar. A indicação de qualquer procedimento é sempre individual, definida após a avaliação.