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Procedimentos cirúrgicos

Frontoplastia com avanço capilar em Ribeirão Preto: guia completo, do exame à recuperação

Imagem ilustrativa: mulher negra de cabelo cacheado preso e blusa terracota, com a mão enluvada de uma profissional segurando uma caneta de marcação perto da linha do cabelo
Resposta rápida

A frontoplastia com avanço capilar é a cirurgia que baixa a linha do cabelo e encurta a testa, dentro do que a mobilidade do couro cabeludo permite, e costuma ser considerada quando a linha é estável, sem calvície em evolução. O primeiro passo é o pré-agendamento da avaliação, que pode começar por teleconsulta para quem mora longe; o exame do couro cabeludo é presencial.

Quem chega até aqui pesquisando sobre testa alta costuma viver uma de três situações. Uma é a de quem percebeu, em fotos ou no espelho, que a testa parece ocupar mais espaço do que o restante do rosto e ainda não sabe se existe cirurgia para isso. Outra é a de quem já conhece a frontoplastia com avanço capilar e quer entender a cicatriz, a queda de fios e a recuperação antes de decidir. A terceira é a de quem já escolheu fazer a avaliação, talvez vindo de outra cidade ou de outro estado, e precisa do caminho prático. Este guia segue essa ordem, e cada parte pode ser lida separadamente.

A primeira parte trata do que a cirurgia muda na testa, dos sinais que levam as pessoas ao consultório e das situações em que o caminho é outro, como a calvície em evolução. A segunda descreve a operação, o que planejar para a recuperação, o que acontece com o cabelo e com a cicatriz e quais são os riscos. A terceira cuida da parte prática, da escolha da equipe ao orçamento e à avaliação com a Dra. Rafaela Marques, o que vale tanto para quem mora perto quanto para quem procura uma cirurgiã plástica em Ribeirão Preto vindo de outra cidade. Quem já se decidiu pode ir direto ao pré-agendamento online da avaliação, que leva cerca de um minuto e permite escolher a teleconsulta como primeira conversa.

Para quem está começando: o que a frontoplastia com avanço capilar muda e em que casos ela entra na conversa

O que é a frontoplastia com avanço capilar

A frontoplastia com avanço capilar é a cirurgia que baixa o ponto onde o cabelo começa e, com isso, encurta a testa. Pela linha do cabelo, o couro cabeludo é liberado e deslocado para a frente, e a faixa de pele da testa que deixa de ser necessária é retirada. A borda que passa a emoldurar o rosto é formada pelos fios que a pessoa já tinha, com a mesma densidade e o mesmo tipo de transição, agora em outra altura.

O nome confunde porque a página de frontoplastia reúne duas cirurgias com objetivos diferentes. A frontoplastia óssea trabalha o contorno do osso, que aparece sobretudo de perfil, e não muda a altura; o avanço capilar muda a altura e não mexe no formato do osso. Quando as duas queixas existem, as duas etapas podem ser planejadas em conjunto, e é o exame que mostra qual delas responde ao incômodo. O guia da frontoplastia óssea trata do contorno do osso em detalhe.

Por que a testa parece alta

A sensação de testa alta raramente vem de uma medida isolada. Ela nasce da comparação entre o espaço que separa o cabelo das sobrancelhas e o restante do rosto, e por isso a mesma testa pode parecer equilibrada em uma face e longa em outra. O formato da cabeça, a inclinação da testa e o traçado da linha, que pode ser arredondado ou subir nos cantos, também mudam essa leitura. Quando o incômodo está na altura das sobrancelhas, e não na da testa, o guia do lifting de sobrancelhas mostra o caminho dessa outra queixa.

A origem do incômodo varia. Em muitas pessoas, a linha nasceu alta e continua no mesmo lugar desde a adolescência, às vezes como traço de família, e é nesse cenário que a cirurgia costuma ser mais discutida. Em outras, a testa cresce porque o cabelo recua, por calvície de padrão hereditário, por anos de penteados muito presos ou por doenças inflamatórias do couro cabeludo. Há ainda quem tenha as sobrancelhas mais baixas do que antes, o que aumenta a distância até o cabelo, e quem perceba a testa maior por causa da curvatura do osso.

Cada origem leva a uma conversa diferente, porque a cirurgia muda a posição da linha, mas não interrompe uma queda em andamento, não tem a função de erguer as sobrancelhas e não altera o formato do osso. Por isso a testa é examinada como parte do rosto inteiro, raciocínio que o artigo sobre a avaliação que define cada procedimento na face desenvolve e que organiza a página dedicada às cirurgias da face e do pescoço.

Sinais que costumam levar à avaliação da testa

Nenhum sinal isolado indica cirurgia. Algumas situações, porém, voltam com frequência nas conversas de consultório sobre a testa:

  • a impressão de que a testa domina o rosto nas fotos tiradas de frente;
  • o cuidado constante de manter mechas ou franja sobre a parte de cima da testa;
  • o desconforto em usar o cabelo preso para trás, em coque ou rabo de cavalo;
  • uma linha do cabelo alta desde sempre, sem que os fios da frente tenham afinado com os anos;
  • a dúvida, depois de pesquisar, entre baixar a linha com cirurgia ou cobri-la com fios transplantados.

Esses sinais não dizem de onde vem o incômodo. A indicação depende de avaliação individual, e queixas parecidas levam a condutas diferentes: duas testas da mesma altura podem seguir caminhos opostos se uma tem couro cabeludo móvel e cabelo estável e a outra não. O artigo sobre os critérios que indicam a frontoplastia com avanço da linha capilar detalha cada ponto observado no exame.

Quando outro caminho faz mais sentido

A frontoplastia com avanço capilar move o cabelo que já existe: ela não cria fios nem segura uma linha que está recuando. Quando há calvície em evolução, a linha pode continuar subindo depois da cirurgia e deixar a cicatriz à mostra, e a queda costuma ser investigada e tratada antes de qualquer decisão. Se o que incomoda é a falta de fios, e não a altura em si, como entradas fundas ou cabelo ralo na frente, o transplante capilar entra na conversa, e o texto sobre a diferença entre frontoplastia e transplante capilar compara os dois caminhos.

O couro cabeludo também impõe limites. Pouca mobilidade, por natureza ou depois de cirurgias e procedimentos na região, pode reduzir tanto o avanço possível que a cirurgia deixa de compensar. Quando a sensação de testa alta vem de sobrancelhas que desceram, o tratamento pode estar nelas, como mostra o artigo sobre sobrancelhas que descem e o lifting de sobrancelha.

Há também momentos em que a cirurgia precisa esperar. Tabagismo, inclusive o cigarro eletrônico, diabetes ou pressão alta sem controle e alterações da coagulação aumentam o risco e atrapalham a cicatrização, e muitas dessas condições podem ser ajustadas. Fases de queda intensa, como depois de uma gestação ou de uma perda rápida de peso, pedem que o cabelo se estabilize antes. E expectativas que a anatomia não comporta, como apagar por completo entradas laterais marcadas, entram na conversa desde o início, porque o avanço age mais no centro da testa do que nos cantos.

Quando a testa incomoda de verdade e o cabelo parece estável, o passo seguinte é examinar de perto o couro cabeludo e a linha dos fios. É nesse exame que se estima o avanço possível e se decide entre a cirurgia, outro caminho ou um tempo de espera.

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Para quem está comparando: como a cirurgia é feita, a recuperação e o cuidado com os fios

Como a frontoplastia com avanço capilar é feita

A incisão acompanha a linha do cabelo, na transição entre a pele da testa e os fios, e o seu desenho é definido na avaliação, levando em conta o formato da linha, as têmporas e a direção em que o cabelo cresce. Por ela, o couro cabeludo é liberado e deslizado para a frente, até o ponto que a elasticidade dele deixa. A faixa de pele que sobra na testa é retirada, e o fechamento é feito em camadas, o que reduz a tensão sobre a pele da cicatriz. A técnica de cada etapa é definida na avaliação e explicada antes da cirurgia.

A operação é feita no Hospital Esselense, com a participação de uma equipe anestésica. A escolha da anestesia cabe ao planejamento feito com essa equipe, que considera os exames, a sua saúde e a extensão do que será feito.

Associações entram no plano quando o exame mostra mais de uma queixa. Se o osso da testa também incomoda, o contorno pode ser regularizado na mesma operação, pela incisão do avanço; se as pálpebras pesam ou as sobrancelhas desceram, a blefaroplastia ou o lifting de sobrancelhas podem compor o planejamento, como descreve a página sobre as cirurgias das pálpebras e das sobrancelhas. Somar etapas aumenta o tempo no centro cirúrgico e o trabalho da recuperação, e há casos em que separar as cirurgias é a decisão mais prudente.

Recuperação da frontoplastia: o que planejar na agenda

Para a véspera e o dia da operação, o preparo traz as instruções de jejum e diz quais remédios manter ou suspender, e é preciso ter quem acompanhe a saída do hospital, porque os efeitos da anestesia ainda pedem atenção nas primeiras horas. Nos dias seguintes, a testa costuma ficar inchada e arroxeada, e esse inchaço pode escorrer para a região dos olhos por efeito da gravidade, mesmo sem cirurgia nas pálpebras. Cabeceira elevada, compressas frias quando orientadas e repouso relativo fazem parte dessa fase, e a sensação de repuxar no couro cabeludo é comum.

Vale organizar algumas coisas com antecedência:

  • deixar livres os primeiros dias, com alguém em casa para ajudar;
  • para quem vem de outra cidade, prever a permanência pelo período que a equipe orientar, incluindo os primeiros retornos;
  • não marcar eventos e fotos importantes para as semanas seguintes, já que o inchaço, a cicatriz recente e uma eventual queda de fios ainda aparecem;
  • adiar tintura, descoloração, alisamento e escova química para depois da liberação;
  • avisar no trabalho que haverá um afastamento, com duração definida conforme a sua evolução.

Lavar o cabelo costuma ser permitido logo nos primeiros dias, com produto suave e sem fricção sobre a incisão, enquanto prender os fios com força, usar acessórios que apertem a frente da cabeça e fazer esforço físico ficam para mais tarde. A testa e a frente do couro cabeludo podem ficar dormentes por um tempo, e a sensibilidade volta aos poucos, em ritmo que muda de pessoa para pessoa.

O cabelo e a cicatriz nos meses seguintes

A cicatriz faz parte da troca: ela acompanha a linha do cabelo de um lado ao outro e não desaparece. Nos primeiros meses costuma ficar avermelhada e mais firme, e depois tende a clarear e a amolecer; o quanto ela chama atenção depende do tipo de pele, da tendência a cicatrizes alargadas, da cor e da densidade dos fios, dos penteados que você usa e do cuidado com o sol enquanto ela amadurece.

O cabelo também passa por uma fase própria. Algumas semanas depois da cirurgia, pode haver mais fios na escova ou no ralo, sobretudo junto à incisão e nas têmporas, às vezes no restante da cabeça: o estresse cirúrgico leva muitos fios à fase de queda ao mesmo tempo. Em geral, os fios novos nascem curtos e finos e ganham corpo mês a mês, mas a intensidade e o tempo variam, e não é possível prometer que a queda não aconteça.

Quem já percebe afinamento ou tem calvície na família tende a reagir mais a esse estresse, e por isso o histórico muda as orientações e pode levar a exames ou a um tratamento de suporte para o couro cabeludo, decidido caso a caso. Se alguma área seguir rala, sem sinal de recuperação com o passar dos meses, vale avisar a equipe, sem aguardar a consulta seguinte.

Riscos e segurança da frontoplastia

Os riscos fazem parte da consulta e são explicados antes de qualquer decisão, como em toda cirurgia. Na frontoplastia com avanço capilar, os principais são hematoma, infecção, dormência ou outras mudanças de sensibilidade, cicatriz que alarga ou fica saliente, assimetria no desenho da linha, perda de fios, sofrimento da pele na borda avançada e um resultado que não corresponde ao planejado. O que cada um representa no seu caso é discutido depois do exame, junto com as medidas para reduzi-lo.

Muito do que torna a cirurgia segura acontece antes dela. Parar de fumar com antecedência, inclusive o cigarro eletrônico, pesa muito aqui, porque depois do avanço a pele junto à incisão é nutrida por vasos que chegam de trás e dos lados da cabeça, e o cigarro prejudica essa circulação. Remédios e suplementos em uso passam por revisão, já que parte deles interfere na coagulação; pressão e glicemia devem chegar controladas ao dia da cirurgia, e o ambiente hospitalar, com equipe anestésica, completa esse cuidado.

Febre, calor ou secreção na incisão, vermelhidão que avança pela testa, dor forte que a medicação não controla, um lado que incha de repente, pele que escurece perto da cicatriz e pontos que se soltam pedem atenção imediata, e diante deles deve-se procurar a equipe ou o pronto atendimento assim que surgirem, sem aguardar a data do retorno.

Retornos, acompanhamento e resultado esperado

Após a saída do hospital, os retornos ao consultório acompanham a cicatrização, a retirada dos pontos, a evolução dos fios e a liberação das atividades, que acontece por etapas. Quem conduz esse acompanhamento de perto é a própria médica, com a equipe, e a fisioterapia especializada em pós-operatório participa quando indicada. Nos intervalos, qualquer dúvida sobre a rotina de cuidados pode ser levada à equipe.

A nova altura da testa aparece já ao fim da cirurgia, mas o conjunto leva meses para assentar: o inchaço cede, a cicatriz amadurece e, em geral, os fios que caíram voltam a crescer. O objetivo do planejamento é uma testa em proporção com o restante do rosto, que pareça parte da sua fisionomia, e não uma medida padrão. A cirurgia não muda as linhas que surgem ao erguer as sobrancelhas, que dependem do músculo da testa, nem impede que o cabelo siga o próprio curso: se a calvície aparecer anos depois, a linha pode voltar a subir.

Se o que falta agora é saber quem opera, quanto custa, como marcar e como organizar a viagem, a próxima parte trata de cada ponto.

Para quem quer agendar: a avaliação, o investimento e a viagem até Ribeirão Preto

Como comparar quem faz a frontoplastia

A frontoplastia é menos difundida do que outras cirurgias da face, e a busca por quem a realiza pode ultrapassar a própria cidade. Seja qual for a origem da pesquisa, por cirurgia plástica em Ribeirão Preto ou em outro lugar, a comparação fica mais segura com critérios objetivos:

  • o número de RQE, registro do título de especialista em Cirurgia Plástica, que aparece na busca pública do conselho regional de medicina;
  • um exame que inclua a mobilidade do couro cabeludo, a densidade dos fios, o histórico de queda e as sobrancelhas, e não só a altura da testa;
  • conversa franca sobre a cicatriz, a queda temporária de fios e os limites do avanço;
  • cirurgia em ambiente hospitalar, com equipe anestésica;
  • um plano de retornos definido desde o começo, inclusive para quem mora longe.

A Dra. Rafaela Marques (CRM-SP 176527, RQE 104011) é cirurgiã plástica e pertence ao quadro de membros especialistas da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. O curso de Medicina foi feito na USP, pela FMRP, a Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto; a residência em Cirurgia Plástica foi cumprida no Hospital das Clínicas da mesma instituição. No exterior, a formação incluiu o Instituto Europeu de Oncologia, em Milão, onde estagiou em cirurgia plástica reconstrutiva, e o percurso completo está na página sobre a formação e o trabalho da cirurgiã.

Quanto custa uma frontoplastia com avanço capilar em Ribeirão Preto

O valor depende do que o exame define: o tamanho do avanço, o desenho da incisão, as associações, como a regularização do osso, a blefaroplastia ou o lifting de sobrancelhas, a anestesia escolhida e quanto tempo a cirurgia deve durar. Sem o plano pronto, não há como chegar a um número que sirva para todos os casos, e o orçamento só fecha quando ele está definido. Em geral, o investimento reúne:

  • os honorários médicos, que remuneram a cirurgiã e os auxiliares da operação;
  • a anestesia, conduzida pela equipe anestésica;
  • o hospital: sala cirúrgica, materiais e o período de permanência;
  • os exames pedidos para o preparo;
  • o que é usado no pós-operatório, como produtos para a cicatriz e para lavar o cabelo.

Não há atendimento por convênio: tanto a consulta quanto a cirurgia são particulares. Quanto custa a consulta e de que formas ela pode ser paga, a equipe informa já no agendamento; o orçamento da cirurgia só vem depois do exame, se houver indicação, com o plano fechado.

Ao comparar orçamentos, pergunte o que está incluído em cada um: o tipo de estrutura onde a cirurgia acontece, a composição da equipe de anestesia, os exames previstos, a forma dos retornos para quem mora longe e a conduta se a cicatriz pedir algum ajuste. Diferenças de preço costumam refletir diferenças naquilo que cada proposta cobre.

Antes de agendar: cinco perguntas para você

Elas servem para medir, com honestidade, se a consulta já faz sentido agora ou se a ideia ainda precisa amadurecer:

  • a testa alta pesa na sua rotina, para além de uma foto ou de um penteado específico?
  • a sua linha do cabelo está no mesmo lugar há anos, sem fios afinando nem entradas aumentando?
  • existe na agenda um período para a recuperação e, se você mora em outra cidade, para a permanência orientada pela equipe?
  • o investimento de um atendimento particular, que não passa por convênio, está dentro do seu orçamento?
  • há disposição da sua parte para parar de fumar, ajustar medicamentos, seguir os cuidados com o cabelo e comparecer aos retornos?

Se as respostas forem sim, a consulta tende a se concentrar no exame e nas opções concretas para você. Havendo algum não, ela continua útil, principalmente quando a dúvida está no cabelo: entender se a linha está estável pode ser o primeiro passo, e a decisão sobre operar fica para depois, quando fizer sentido para você.

Etapas do pré-agendamento à cirurgia

O caminho até a frontoplastia com avanço capilar começa por um formulário online e passa por estas etapas:

  1. No pré-agendamento, você escolhe o tipo de consulta, presencial ou teleconsulta, indica a área de interesse e um telefone para contato, o que toma cerca de um minuto.
  2. Depois do envio, uma conversa de WhatsApp se abre com a mensagem pronta, e a própria equipe responde informando os dias e os horários em aberto.
  3. A primeira conversa pode ser no consultório ou, para quem mora longe, por teleconsulta, para ouvir o que incomoda, como o cabelo se comportou ao longo dos anos e o que você espera.
  4. No exame presencial, a testa, a linha do cabelo, a densidade dos fios, a mobilidade do couro cabeludo e as sobrancelhas são avaliadas; havendo indicação, o plano é detalhado, com técnica, anestesia, exames, preparo e valor.
  5. O dia da cirurgia é no Hospital Esselense, e o pós-operatório continua com retornos no consultório.

Mandar o pedido não equivale a ter a consulta marcada: é a partir dele que a equipe apresenta a agenda. Quem começa pela teleconsulta faz o exame presencial antes de qualquer decisão sobre a cirurgia.

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Vindo de outra cidade ou de outro estado

Para quem mora longe, a primeira conversa com a Dra. Rafaela Marques pode ser por teleconsulta. Nela, a queixa e a história do cabelo são ouvidas, as possibilidades e os limites da técnica são explicados e a jornada até a cirurgia é desenhada, o que ajuda a decidir se vale organizar a viagem. Escolher um cirurgião plástico em Ribeirão Preto morando longe pede, porém, uma visita: a mobilidade do couro cabeludo só pode ser medida com as mãos, e o exame presencial vem antes de qualquer decisão.

A equipe orienta cada etapa do planejamento, da avaliação anestésica e dos exames pré-operatórios à data da cirurgia e aos retornos, e é com esse calendário que a viagem é montada. Na conta entram os primeiros dias depois da cirurgia e os primeiros retornos, e o tempo de permanência na cidade é orientado conforme o plano de cada pessoa. Vale perguntar também como será o acompanhamento depois da volta para casa e a quem recorrer se surgir um sinal de alarme longe do consultório.

As consultas acontecem na zona sul da cidade, na Torre Empresarial Iguatemi, que faz parte do complexo do Shopping Iguatemi, e as cirurgias, no Hospital Esselense, no Centro Médico do Ribeirão Shopping. O endereço completo e o mapa estão na página de contato e localização, úteis para escolher onde ficar.

O que levar para a consulta da testa

Para falar da testa, fotos antigas valem mais do que qualquer descrição. Imagens de fases diferentes da vida, da adolescência até hoje, mostram se a linha do cabelo sempre esteve onde está, e fotos recentes de frente e de perfil, com o cabelo preso para trás, ajudam a teleconsulta a começar pelo que importa.

Leve também o histórico do cabelo: casos de calvície na família, tratamentos para queda já feitos ou em uso e qualquer cirurgia ou procedimento já realizado no couro cabeludo, na testa ou nas sobrancelhas, inclusive transplante capilar. Junte a lista de medicamentos e suplementos, conte se fuma ou usa cigarro eletrônico e se já teve cicatriz alargada ou queloide em outra parte do corpo. Perguntas sobre o avanço possível no seu caso, o desenho das laterais e o comportamento do cabelo nos próximos anos são bem-vindas e tornam a conversa mais objetiva.

Este texto ajuda a organizar a decisão, mas não mede a testa de ninguém. A frontoplastia com avanço capilar em Ribeirão Preto, como em qualquer cidade, só pode ser indicada depois que a linha do cabelo, a densidade dos fios e a mobilidade do couro cabeludo forem examinadas de perto, e é essa consulta que mostra se a cirurgia faz sentido para você agora, se vale esperar ou se outro caminho atende ao que incomoda.

Perguntas frequentes

Há desconforto nos primeiros dias, em geral controlado com a medicação prescrita na alta. Durante a operação, a anestesia fica a cargo da equipe anestésica; depois, o mais relatado é uma sensação de pressão na testa, o couro cabeludo repuxando e uma área dormente perto da incisão. Dor intensa, que cresce com as horas ou resiste aos remédios orientados, não é o padrão e precisa ser relatada à equipe sem demora.

Não existe uma data fixa: a liberação acontece nos retornos, conforme o tipo de trabalho e a evolução de cada pessoa. Funções de contato com o público costumam esbarrar no inchaço e nas manchas arroxeadas, que podem chegar à região dos olhos nos primeiros dias, e atividades com esforço físico pedem um intervalo maior. Tarefas leves, feitas de casa, tendem a ser retomadas antes.

Não, e isso vale também para a consulta: a Dra. Rafaela Marques atende apenas de forma particular. Os valores da consulta e as formas de pagamento são informados pela equipe já no primeiro contato. O orçamento da cirurgia varia com o avanço possível, as associações e o tempo de centro cirúrgico, por isso só é apresentado depois do exame, com o plano pronto.

O planejamento trabalha para que não fique. A borda avançada é formada pelos fios da própria pessoa, com a mesma passagem suave entre os fios finos da beirada e os mais grossos de trás, e o traçado da incisão segue o desenho do cabelo. A cicatriz existe e, nos primeiros meses, pode chamar mais atenção, sobretudo com o cabelo preso. A naturalidade é um objetivo do plano, conversado com exame e expectativas claras, e não algo que possa ser prometido.

Não há prazo que possa ser prometido. A cirurgia muda o ponto em que a linha começa, mas o cabelo da borda continua sujeito às mesmas mudanças de qualquer outro: se a calvície aparecer ou avançar, a linha pode recuar e expor a cicatriz. Por isso a estabilidade dos fios é avaliada antes da indicação, e o cuidado com o cabelo segue importante depois da recuperação.

Pode ser possível, quando o exame mostra queixas nas duas regiões e a saúde permite uma cirurgia mais longa. A vantagem é passar por uma anestesia e por uma recuperação; em troca, o tempo no centro cirúrgico aumenta e o inchaço dos primeiros dias é maior, já que duas regiões se recuperam ao mesmo tempo. Em alguns casos, operar em momentos separados é o caminho mais prudente, e essa escolha faz parte do planejamento.

Pode, e a avaliação é o ponto de partida, mas a idade pede um cuidado extra com o cabelo. Em pessoas mais jovens, principalmente homens, as entradas podem ainda não ter mostrado até onde vão, e mover a linha antes disso arrisca expor a cicatriz se elas avançarem depois. O histórico da família e fotos de fases diferentes ajudam o exame a estimar essa estabilidade.

A avaliação é possível, mas o tipo de fio muda a conversa sobre a cicatriz. Fios finos, claros ou pouco numerosos na frente cobrem menos a incisão, principalmente para quem costuma prender o cabelo, e isso entra na decisão junto com a mobilidade do couro cabeludo. O exame mostra se a troca entre uma testa mais baixa e uma cicatriz na linha do cabelo faz sentido nesse caso.

Não há um número fixo; ele depende do plano e é orientado pela equipe. A primeira conversa pode ser por teleconsulta, sem deslocamento, mas o exame do couro cabeludo é presencial e vem antes de qualquer decisão. Depois entram a avaliação anestésica, os exames pedidos, a cirurgia e os primeiros retornos, e a equipe orienta como encaixar essas etapas no calendário de quem vem de longe.

Não necessariamente, mas o cigarro, inclusive o eletrônico, precisa ser interrompido com antecedência, pelo período que a equipe orientar. Ele prejudica a circulação que nutre a borda do couro cabeludo avançado e aumenta o risco de problemas na cicatrização. Enquanto não for possível parar, o tabagismo continua entre as condições que pesam contra a indicação da cirurgia.

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Retrato da Dra. Rafaela Marques no consultório
Escrito por

Dra. Rafaela Marques

Cirurgiã plástica com atuação em cirurgia da face

  • CRM-SP 176527
  • RQE 104011 · Cirurgia Plástica
  • Membro Especialista da SBCP

Formada em Medicina pela FMRP-USP, com residência em Cirurgia Plástica no Hospital das Clínicas da FMRP-USP e estágio em cirurgia plástica reconstrutiva no Instituto Europeu de Oncologia, em Milão. Atende em Ribeirão Preto, com consulta presencial e teleconsulta, e realiza as cirurgias em ambiente hospitalar. A indicação de qualquer procedimento é sempre individual, definida após a avaliação.