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Procedimentos cirúrgicos

Deep Plane Facelift em Ribeirão Preto: guia completo, da avaliação ao pós-operatório

Imagem ilustrativa: mulher morena de cabelo castanho longo, sentada em poltrona clara, com a mão enluvada de uma profissional junto ao rosto durante a avaliação da face
Resposta rápida

O Deep Plane Facelift é uma técnica de lifting em que a cirurgia trabalha abaixo do SMAS, a camada de sustentação da face, para levar de volta, junto com a pele, os tecidos dos terços médio e inferior que desceram. É uma técnica entre outras, e a indicação depende de uma avaliação da face e do pescoço; o primeiro passo é o pré-agendamento dessa consulta.

Um guia sobre facelift costuma ser aberto em momentos diferentes da decisão: por quem notou, numa foto de perfil ou numa chamada de vídeo, que o contorno do rosto mudou; por quem já ouviu falar do Deep Plane Facelift e quer comparar técnica, recuperação e riscos; e por quem já decidiu marcar a consulta e procura o caminho. As três partes a seguir acompanham esses momentos, nessa ordem, e cada uma pode ser lida de forma independente.

A primeira mostra o que a cirurgia trata, por que a face perde sustentação e em que situações outro tratamento, ou outro momento, faz mais sentido. A segunda descreve a técnica, o dia no hospital, as semanas de recuperação e os riscos; a terceira trata de como comparar cirurgiões, do que entra no orçamento e do roteiro da consulta no consultório da Dra. Rafaela Marques, cirurgiã plástica em Ribeirão Preto. Se a decisão já está tomada, o pré-agendamento da avaliação de face e pescoço é um formulário curto, que abre a conversa com a equipe.

Para quem está começando: o que o Deep Plane Facelift trata e quando ele entra na conversa

O que é o Deep Plane Facelift

O Deep Plane Facelift é uma cirurgia de lifting voltada aos terços médio e inferior da face, onde ficam as bochechas, os sulcos ao redor da boca e o contorno da mandíbula. O nome, em inglês, significa plano profundo e indica a camada em que a cirurgia trabalha. Sob a pele e a gordura mais superficial, a face tem uma camada de sustentação chamada SMAS, feita de tecido fibroso e muscular; no deep plane, a cirurgia passa por baixo dela, solta os ligamentos que prendem a bochecha e a linha da mandíbula às estruturas profundas e reposiciona pele, gordura e SMAS como um conjunto.

Essa é uma das formas de fazer um lifting, e não a única. Há técnicas que dobram o SMAS ou retiram uma faixa dele para encurtá-lo, outras que o descolam como uma camada separada da pele e cirurgias de menor extensão, como o mini-lifting, cada uma com indicações e limites próprios. A página da clínica sobre Deep Plane Facelift e Neck Lift resume o percurso da cirurgia, e o artigo sobre o que separa o plano profundo do lifting tradicional detalha essas diferenças.

Por que o rosto perde sustentação com o tempo

O envelhecimento da face acontece em camadas, cada uma no seu ritmo. A pele afina e perde elasticidade, os compartimentos de gordura, que são vários e separados entre si, descem ou perdem volume de forma desigual, e os ligamentos que ancoram os tecidos ao osso cedem aos poucos. O esqueleto também perde um pouco de projeção, e o que está por cima fica com menos apoio.

Como os ligamentos não cedem todos ao mesmo tempo, os tecidos soltos descem até encontrar um ponto ainda firme e se acumulam ali. É assim que o volume da maçã do rosto passa a pesar junto ao sulco que vai do nariz ao canto da boca, que surgem pequenos volumes nas laterais do queixo e que se aprofundam as marcas que partem dos cantos da boca. Pela continuidade entre o SMAS e o platisma, o músculo fino que cobre o pescoço, as mudanças da face costumam aparecer também abaixo da mandíbula.

Genética, sol, tabagismo e grandes variações de peso contam tanto quanto a passagem dos anos. Duas pessoas nascidas no mesmo ano podem ter pele, gordura e sustentação em estados muito diferentes, e por isso a indicação parte do exame da face e do pescoço, e não da idade.

Sinais que costumam levar à consulta

A lista abaixo não serve para autodiagnóstico: cada item pode ter mais de uma causa, e a indicação depende de avaliação individual, já que queixas parecidas levam a condutas diferentes. São observações que as pessoas costumam trazer à primeira consulta sobre a face:

  • o contorno da mandíbula, antes contínuo, passou a mostrar pequenos volumes perto do queixo;
  • o sulco entre a asa do nariz e o canto da boca e as marcas que descem da boca ficaram mais fundos, mesmo com o rosto em repouso;
  • as maçãs do rosto parecem mais baixas, e a metade de baixo do rosto dá a impressão de estar mais pesada;
  • em fotos de perfil, a passagem entre o rosto e o pescoço perdeu nitidez;
  • recursos de consultório usados para a mesma queixa passaram a mudar pouco o que incomoda.

O espelho não mostra a origem de cada sinal. Um sulco fundo pode vir da descida da bochecha ou da perda de volume, e um contorno irregular pode ser pele, gordura, ligamento ou a soma deles, causas que só o exame consegue separar, com o rosto parado, durante a fala e no sorriso. O artigo sobre como o exame da face leva à escolha do procedimento mostra esse raciocínio região por região, da testa ao pescoço.

Quando outro caminho, ou outro momento, faz mais sentido

Parte das queixas da face não depende de reposicionar tecidos. Quando o que mais pesa é a perda de volume, e não a descida, a conversa pode envolver a lipoenxertia facial, feita com gordura da própria pessoa; quando o incômodo está na gordura sob o queixo, com uma pele que ainda se contrai bem, um procedimento menor pode atender ao que se busca, como mostra o texto sobre as cirurgias menores da face, entre elas a lipo de papada. Essas opções e o lifting temporal aparecem na página que reúne as cirurgias da face e do pescoço. O guia da lipoenxertia facial explica como a gordura da própria pessoa é usada para repor volume.

Há também o que o lifting não alcança. Manchas, poros e linhas finas estão na superfície da pele e continuam como estavam, o espaço entre a base do nariz e o lábio não muda, e o peso do olhar, quando nasce nas pálpebras, pode pedir a blefaroplastia, sozinha ou associada ao facelift. Em flacidez discreta, com pele de boa qualidade, uma cirurgia de menor extensão ou um recurso de consultório pode atender à queixa com menos intervenção.

Há ainda situações em que o facelift pode até ter indicação, só que em outro momento. Uma perda de peso importante ainda em curso, pressão alta ou diabetes sem controle, cigarro ou vape em uso, gravidez ou amamentação e um período emocional difícil pedem ajuste antes de qualquer plano. Também entram na conversa expectativas fora do alcance de uma cirurgia, como mudar traços próprios ou deter o envelhecimento, que continua depois de qualquer lifting.

Se o que você observa se parece com o que foi descrito aqui, o passo seguinte é uma avaliação da face e do pescoço. A consulta mostra se há indicação para a cirurgia, se outra técnica se ajusta mais à sua anatomia ou se a recomendação é esperar.

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Para quem está comparando: técnica, recuperação e riscos do Deep Plane Facelift

Como a cirurgia é feita

Antes de tudo vem a marcação, que costuma ser feita com a pessoa sentada, já que, deitada, os tecidos escorregam e mudam de lugar. A incisão é desenhada onde a anatomia ajuda a disfarçá-la: rente à frente da orelha, sob o lóbulo e na dobra de trás, e, conforme o caso, avança para dentro do cabelo na têmpora ou na direção da nuca. Se o pescoço entra no plano, um acesso curto sob o queixo completa o desenho, que também respeita a linha do cabelo e a posição da costeleta.

Por essa incisão, a cirurgia chega ao plano abaixo do SMAS numa área definida da face. Ali, os ligamentos que seguram a bochecha e a linha da mandíbula são soltos, e pele, gordura e SMAS sobem juntos, na direção em que desceram. Só no fim a pele que sobra é recortada, e como a sustentação ficou nas camadas de baixo, ela pode ser fechada com pouca tensão.

O procedimento acontece em ambiente hospitalar, no Hospital Esselense, em Ribeirão Preto, com equipe anestésica, que avalia a pessoa antes do procedimento. Anestesia e duração prevista dependem da extensão do plano e das associações, e são apresentadas no planejamento de cada caso. Para reduzir o acúmulo de sangue e de líquido sob a pele descolada existem recursos como o dreno, a rede hemostática, feita com pontos externos, e o curativo compressivo; se algum deles entra no seu caso é uma conduta definida na avaliação.

Como o lifting não alcança todas as regiões, associações são frequentes: o Deep Plane Neck Lift, quando o pescoço também incomoda, e a blefaroplastia, o lifting temporal, a lipoenxertia ou a lipo de papada, quando têm indicação própria. Cada soma alonga a cirurgia e a recuperação, e às vezes o plano é dividido em mais de um tempo cirúrgico. O guia do Deep Plane Neck Lift trata da cirurgia do pescoço em detalhe.

O dia da cirurgia

Na data marcada, jejum e medicamentos seguem o que a equipe anestésica orientou no preparo. Depois da cirurgia, a face e o pescoço ficam protegidos por curativo e faixa, conforme a orientação, e o repouso começa com a cabeça mais alta que o corpo. A atenção das primeiras horas se volta sobretudo ao hematoma, um acúmulo de sangue que pode se formar sob a pele descolada, e por isso manter a pressão arterial estável e evitar dor, enjoo e esforço faz parte da vigilância. A alta depende de como a pessoa evolui e da extensão do que foi feito, e o tempo provável de permanência no hospital é informado no planejamento; a saída pede um adulto como acompanhante, e ninguém deve dirigir depois de uma anestesia.

Recuperação do Deep Plane Facelift: o que planejar na agenda

A recuperação do facelift é mais longa do que a de cirurgias menores da face, e o inchaço é o que mais pesa no planejamento. Nos primeiros dias ele ainda aumenta, a gravidade o leva para a linha da mandíbula e o pescoço, e ele vem acompanhado de manchas arroxeadas, sensação de repuxamento, pescoço rígido e áreas dormentes. Nas semanas seguintes, a rotina volta aos poucos, mas o rosto ainda mostra inchaço, áreas endurecidas e pequenas assimetrias que mudam de um dia para outro, e o contorno segue se acomodando por meses.

Na prática, o calendário precisa acomodar um rosto que, por algumas semanas, ainda não mostra o resultado. Vale organizar, antes da data:

  • um afastamento do trabalho mais longo do que o de uma cirurgia menor, com folga, já que a duração é orientada conforme a evolução;
  • companhia em casa nos primeiros dias e noites, para as tarefas que pedem esforço;
  • nenhum evento social, viagem ou foto importante nas primeiras semanas, porque inchaço e manchas levam tempo para sumir;
  • se o trabalho for remoto, a lembrança de que câmeras e reuniões mostram o inchaço antes de ele ceder;
  • um lugar para dormir de costas com a cabeça elevada e roupas que abrem na frente;
  • as datas dos retornos ao consultório e, quando houver indicação, das sessões de fisioterapia especializada em pós-operatório.

Trabalho, exercícios, sol, maquiagem, tintura de cabelo e brincos voltam em etapas, cada uma liberada pela equipe conforme a evolução. O artigo sobre a recuperação do facelift e do neck lift em cada fase detalha os cuidados, das primeiras horas à cicatriz madura.

Riscos e segurança

Como qualquer cirurgia, o facelift tem riscos, e eles fazem parte da conversa na consulta, antes de qualquer decisão. Os principais são o hematoma, mais provável nas primeiras horas e dias, a infecção, as alterações de sensibilidade da pele, em geral transitórias, as cicatrizes alargadas ou espessadas, o sofrimento da pele nas áreas descoladas, maior em quem fuma, e as assimetrias. Com menos frequência pode haver lesão de ramos do nervo facial, com fraqueza de algum movimento da expressão que pode ser temporária, além dos riscos de qualquer cirurgia de maior porte, como os ligados à anestesia e a trombose nas veias das pernas.

A prevenção começa bem antes da data: exames pré-operatórios, como os de sangue e o eletrocardiograma, pressão arterial e glicemia sob controle, pausa do cigarro e do vape, já que a nicotina estreita os vasos que nutrem a pele descolada, e ajuste, orientado pela equipe, de medicamentos e suplementos que interferem na coagulação. Essa parte do preparo depende de você, e cada orientação tem um motivo que vale perguntar na consulta.

Alguns sinais não esperam o retorno marcado: inchaço que aumenta depressa, principalmente de um lado e com sensação de pressão, dor que piora com as horas, sangramento contínuo, febre, falta de ar, pele que escurece em algum ponto ou dificuldade nova para mexer parte do rosto. Diante de qualquer um deles, procurar a equipe ou o pronto atendimento é a conduta indicada.

O acompanhamento nos meses seguintes

Depois da alta, quem acompanha de perto a evolução é a própria médica, junto com a equipe, em retornos ao consultório. Cada consulta tem uma função: retirar os pontos no momento certo, observar o inchaço, a sensibilidade e a cicatrização e liberar, uma a uma, as atividades do dia a dia. Se houver indicação, entra também a fisioterapia especializada em pós-operatório, que ajuda a conduzir o inchaço e as áreas que endurecem durante a cicatrização interna.

Nos intervalos, a equipe é o canal para as dúvidas do dia a dia. Mesmo quando a recuperação vai bem, as revisões continuam ao longo dos meses, porque o contorno e as cicatrizes seguem mudando, e também é comum estranhar o próprio rosto enquanto o inchaço não assenta, um incômodo que cabe nas consultas.

O que esperar do resultado do facelift

O objetivo do lifting é devolver sustentação aos terços médio e inferior da face: levar a bochecha a uma posição mais alta, dar continuidade ao contorno da mandíbula e suavizar os sulcos ao redor da boca, nos limites da anatomia de cada um. A naturalidade é um objetivo do planejamento, e não uma promessa, já que cada organismo cicatriza e responde de um jeito; o que se busca é um rosto descansado que continue sendo reconhecido como seu.

O que a cirurgia não trata continua como estava, e o envelhecimento segue no ritmo de cada organismo depois dela. A mudança também aparece em etapas: nas primeiras semanas o inchaço esconde boa parte do contorno, ao longo dos meses os tecidos se acomodam e as cicatrizes amadurecem, e as assimetrias que cada face já tinha continuam presentes. Ter essas etapas em mente ajuda a não julgar o rosto no meio da recuperação nem compará-lo com imagens editadas ou com o caso de outra pessoa.

Com a técnica, a recuperação e os riscos em mente, as perguntas que restam costumam ser práticas, e a parte seguinte trata delas.

Para quem quer agendar: escolha de quem opera, investimento e consulta em Ribeirão Preto

Critérios para escolher quem vai fazer o seu facelift

No facelift, a técnica descrita no papel importa menos do que o raciocínio de quem examina e opera. Alguns pontos objetivos ajudam a comparar profissionais:

  • o RQE em Cirurgia Plástica, número que comprova o título de especialista e pode ser verificado no site do CRM do estado;
  • exame da face e do pescoço na mesma consulta, de frente, de perfil e com o rosto em movimento, antes de qualquer conversa sobre técnica;
  • a explicação de por que aquele plano de cirurgia, e não outro, foi escolhido para a sua anatomia, inclusive quando a resposta é uma cirurgia menor ou nenhuma;
  • hospital com equipe anestésica e cuidados definidos para as primeiras horas, as de maior risco de hematoma;
  • conversa franca sobre riscos, cicatrizes, tempo de recuperação e o que o lifting não trata;
  • um plano de acompanhamento com retornos previstos e um canal claro com a equipe para os sinais de alarme.

A Dra. Rafaela Marques atua em cirurgia da face dentro da Cirurgia Plástica, especialidade em que tem o RQE 104011, além do registro CRM-SP 176527. Formou-se pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, da Universidade de São Paulo, onde também fez a residência médica na especialidade, no Hospital das Clínicas, e é Membro Especialista da SBCP, a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Fora do Brasil, passou pelo Instituto Europeu de Oncologia, em Milão, num estágio de cirurgia plástica reconstrutiva, e a página com a formação completa da médica reúne esses dados.

Quanto custa um Deep Plane Facelift em Ribeirão Preto

No facelift, o valor acompanha a extensão do que a avaliação define: tratar só a face ou também o pescoço, quais associações entram, quanto tempo de centro cirúrgico isso exige, o tipo de anestesia e o período de permanência no hospital. Como essas variáveis mudam muito de uma pessoa para outra, a conta só pode ser feita com o plano fechado. O orçamento costuma somar:

  • honorários médicos da equipe cirúrgica;
  • honorários da anestesia, a cargo da equipe anestésica;
  • as despesas hospitalares, que incluem o uso do centro cirúrgico, os materiais e a estadia no hospital;
  • exames pré-operatórios solicitados para o seu caso;
  • itens do pós-operatório, como curativos, faixa e produtos para a cicatriz.

Consulta e cirurgia são particulares, sem convênios. Quanto custa a consulta e quais são as formas de pagamento, a equipe informa no momento do agendamento; o valor do facelift só é calculado depois da avaliação, se houver indicação, quando o plano estiver definido.

Na comparação entre propostas de cirurgia plástica em Ribeirão Preto ou de outra cidade, o número isolado diz pouco. Duas propostas de facelift podem diferir no plano da dissecção, na inclusão do pescoço, nas associações, no hospital, na equipe anestésica, nos exames e itens do pós-operatório e no número de retornos, e cada uma dessas diferenças muda o que está sendo contratado.

Antes de agendar: cinco perguntas para você

Cada uma toca num ponto que costuma pesar na decisão pelo facelift:

  • a mudança no contorno do rosto incomoda no dia a dia, e não só em fotos tiradas de certos ângulos?
  • é possível reservar um afastamento mais longo e algumas semanas convivendo com inchaço visível, longe de eventos e viagens importantes?
  • pagar consulta e cirurgia como particular, sem convênio, é possível dentro do seu orçamento?
  • você consegue se comprometer com o preparo, que inclui deixar cigarro e vape, ajustar medicamentos e manter pressão e glicemia sob controle, e com os retornos?
  • a sua expectativa é um rosto descansado que continue parecido com você, sabendo que o envelhecimento segue depois da cirurgia?

Se quase tudo foi sim, a consulta tende a avançar rápido para o exame e para o desenho de um plano. Se alguma resposta ainda é não, a avaliação continua tendo valor: ela mostra as opções, o preparo de cada uma e o que precisaria mudar, e a decisão pode esperar o seu tempo.

Do pré-agendamento ao dia da cirurgia

Com a Dra. Rafaela Marques, o percurso até o centro cirúrgico passa por cinco etapas:

  1. No site, um formulário curto registra a área de interesse, a modalidade da consulta, presencial ou por teleconsulta, e um contato; enviá-lo leva cerca de um minuto.
  2. Assim que ele é enviado, o WhatsApp da clínica abre com um texto pronto, e a equipe responde por ali com os dias e horários disponíveis.
  3. Na avaliação, a médica ouve o que incomoda, examina face e pescoço em conjunto e explica as possibilidades e os limites, inclusive quando a indicação é outra.
  4. Havendo indicação, o plano ganha detalhes: técnica e extensão, associações, exames pré-operatórios, avaliação anestésica, preparo, previsão de afastamento e valor.
  5. O facelift é feito no Hospital Esselense, e os retornos ao consultório seguem a recuperação ao longo dos meses.

O pré-agendamento é o primeiro contato, e não a reserva de um horário: a consulta só fica marcada depois da conversa com a equipe. A partir daí, cada etapa acontece no tempo da sua decisão, e passar por uma delas não obriga a seguir para a próxima.

Agendar avaliação

Para quem vem de fora de Ribeirão Preto

Para chegar à consulta, o destino é a Torre Empresarial Iguatemi, prédio do complexo do Shopping Iguatemi, na zona sul da cidade; a página de contato e localização do consultório traz o endereço completo e o mapa. Muitas vezes, a busca por um cirurgião plástico em Ribeirão Preto começa em outra cidade ou estado, e então a primeira conversa pode ser uma teleconsulta, útil para relatar o incômodo, revisar o histórico de saúde e entender as etapas. O exame da face e do pescoço, porém, é presencial, e nenhuma indicação de cirurgia é feita antes dele.

No caso do facelift, a viagem pede planejamento próprio. A permanência na cidade depois da alta e até os primeiros retornos é orientada pela equipe conforme o plano, e a volta para casa precisa de alguém ao volante ou acompanhando. As revisões dos meses seguintes também entram na conta, e a forma de organizá-las é uma boa pergunta para a consulta.

O que levar para a consulta

Para que a avaliação renda, vale ter em mãos a lista de remédios e suplementos em uso, com as doses, e o histórico de saúde, incluindo pressão, glicemia, problemas de coagulação e cirurgias anteriores. Procedimentos já feitos na face, como fios de sustentação, aplicações de consultório ou outro lifting, devem ser contados com a região e a data aproximada, porque mudam a anatomia que será encontrada. Fotografias de outras épocas, inclusive de perfil, mostram como a mandíbula e o pescoço mudaram e o que sempre fez parte do seu rosto.

Ajuda também definir uma prioridade antes de entrar: a região que mais incomoda, se a bochecha, a linha da mandíbula ou o pescoço, e a janela possível na agenda para um afastamento mais longo e semanas de inchaço. Dúvidas sobre o plano de cirurgia sugerido, a anestesia, o uso de dreno ou de rede de pontos e o ritmo dos retornos têm espaço na conversa e transformam a consulta em escolha informada.

Por mais completo que seja, um guia não examina ninguém. O que ele oferece é um mapa, que ajuda a reconhecer em que ponto da decisão você está e quais perguntas levar à consulta. A decisão sobre o Deep Plane Facelift em Ribeirão Preto, ou em qualquer cidade, só se forma depois que a face e o pescoço são vistos de perto, por quem vai explicar o que a cirurgia pode e o que não pode alcançar.

Perguntas frequentes

Sim. A avaliação segue a mesma lógica, com atenção a características que costumam ser diferentes, como a pele mais espessa, a barba e a costeleta, que entram no desenho da incisão porque mudam de posição quando os tecidos são reposicionados. O planejamento procura manter um contorno coerente com o rosto de cada um, sem alterar a expressão. Preparo, cuidados no pós-operatório e acompanhamento seguem as mesmas orientações.

Nas primeiras semanas, provavelmente sim, porque inchaço, manchas arroxeadas e curativos ficam visíveis para quem convive de perto, e por isso esse recolhimento entra na escolha da data. Passada essa fase, a intenção é que o rosto pareça descansado, e não transformado, com os traços de sempre. As cicatrizes acompanham a orelha e a linha do cabelo e clareiam com os meses, mas no começo podem aparecer com o cabelo preso.

Não, e não existe lifting preventivo. A cirurgia reposiciona tecidos que já desceram, por isso a indicação depende do que o exame encontra, e não da vontade de se antecipar ao tempo. Operar sem descida relevante soma riscos e recuperação sem um ganho que justifique, e o envelhecimento continua no seu ritmo depois de qualquer lifting. Quando a queixa ainda é discreta, outros cuidados costumam vir antes.

Depende de quanto e de onde os tecidos desceram. O mini-lifting trabalha com cortes mais curtos e descolamento menor e costuma ser pensado para flacidez leve na linha da mandíbula, com a pele ainda firme e o pescoço sem queixa. Quando a descida envolve a bochecha, os sulcos e o pescoço, uma cirurgia menor tende a deixar parte do incômodo sem tratamento. O exame mostra a extensão adequada a cada face.

Pode ser possível, desde que a doença esteja controlada. Pressão descontrolada facilita o sangramento sob a pele descolada, e glicemia alta prejudica a cicatrização e a defesa contra infecções, por isso o preparo inclui exames, a avaliação da equipe anestésica e, quando necessário, a liberação do médico que acompanha a doença. Quem usa remédios contínuos deve levar a lista completa à consulta e não suspender nada sozinho.

Não necessariamente, e não há um prazo para isso. O facelift reposiciona o que havia descido até a data da cirurgia, mas pele, gordura e sustentação seguem mudando, num ritmo que depende de genética, sol, tabagismo e variações de peso. Algumas pessoas consideram um novo procedimento anos depois, outras não. Ter feito um lifting também não impede uma nova avaliação, que leva em conta as cicatrizes e a anatomia já operada.

Porque ele depende de decisões que só o exame permite tomar. Tratar a face sozinha ou junto com o pescoço, associar outros procedimentos, o tempo de centro cirúrgico e de hospital e a equipe envolvida mudam o custo final, e um número dado antes disso seria um palpite. Já o valor da consulta e as formas de pagamento são passados pela equipe no agendamento.

Não. A Dra. Rafaela Marques atende em regime particular, sem convênios, e isso vale para a consulta e para a cirurgia. Para quem pensa no facelift, saber disso cedo ajuda a planejar o investimento junto com o afastamento do trabalho, que também pesa no orçamento. As condições da consulta são explicadas pela equipe já no primeiro contato feito pelo pré-agendamento.

Depende do plano, e a equipe orienta essa organização. A primeira conversa pode ser por teleconsulta, mas o exame presencial da face e do pescoço vem antes de qualquer indicação. Depois, há o período da cirurgia, quando é preciso ficar na cidade nos primeiros dias e até os retornos iniciais, conforme a orientação da equipe. As revisões dos meses seguintes também precisam ser previstas, e a forma de fazê-las é definida no planejamento.

Não impede a cirurgia, mas pede organização. A saída do hospital exige um acompanhante, e nos primeiros dias e noites é importante ter alguém por perto para ajudar nas tarefas da casa e perceber qualquer sinal fora do esperado. Quem mora só costuma planejar a estadia de um familiar ou amigo nesse período. Vale falar sobre isso na consulta, porque a rede de apoio entra na escolha da data.

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Retrato da Dra. Rafaela Marques no consultório
Escrito por

Dra. Rafaela Marques

Cirurgiã plástica com atuação em cirurgia da face

  • CRM-SP 176527
  • RQE 104011 · Cirurgia Plástica
  • Membro Especialista da SBCP

Formada em Medicina pela FMRP-USP, com residência em Cirurgia Plástica no Hospital das Clínicas da FMRP-USP e estágio em cirurgia plástica reconstrutiva no Instituto Europeu de Oncologia, em Milão. Atende em Ribeirão Preto, com consulta presencial e teleconsulta, e realiza as cirurgias em ambiente hospitalar. A indicação de qualquer procedimento é sempre individual, definida após a avaliação.